O Universo é tudo o que existe: matéria, energia, espaço e tempo. Ele abriga bilhões de galáxias, cada uma contendo bilhões de estrelas, planetas, nebulosas e fenômenos extremos. Quando olhamos para o céu noturno, não estamos apenas vendo pontos luminosos, mas fragmentos da história cósmica, pois a luz das estrelas leva anos, séculos ou até bilhões de anos para chegar até nós.
A ciência que estuda o Universo em sua totalidade é chamada Cosmologia. Diferente da astronomia observacional, que analisa objetos específicos como estrelas ou planetas, a cosmologia busca compreender a origem, a estrutura, a evolução e o destino final do Universo. Ela responde perguntas profundas, como: De onde tudo surgiu? O Universo está se expandindo? Ele terá um fim?

Atualmente, o modelo cosmológico mais aceito é o do Big Bang, que propõe que o Universo teve início há cerca de 13,8 bilhões de anos, a partir de um estado extremamente quente e denso. Desde então, o espaço vem se expandindo, fazendo com que as galáxias se afastem umas das outras. Essa expansão foi confirmada por observações do desvio para o vermelho da luz das galáxias.
A cosmologia também investiga componentes invisíveis, como a matéria escura e a energia escura, que juntas representam cerca de 95% do conteúdo do Universo. Embora não possamos vê-las diretamente, seus efeitos gravitacionais e dinâmicos moldam a formação das galáxias e controlam a aceleração da expansão cósmica.
Além disso, essa área da ciência conecta física, matemática e observações astronômicas, utilizando telescópios espaciais, satélites e detectores de radiação cósmica de fundo — um verdadeiro “eco” do nascimento do Universo.
Estudar cosmologia é, em essência, investigar nossa própria origem. Ao entender o Universo, compreendemos melhor nosso lugar no espaço e no tempo, e percebemos que fazemos parte de algo muito maior, antigo e extraordinário.
Consulta
NASA –https://science.nasa.gov/universe/
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